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Lançamento do selo ESTÁ NO DNA reuniu especialistas para discutir a fraude por troca de espécies no setor alimentício

Na última terça-feira, 10 de novembro, a Myleus Biotecnologia e o Instituto Totum reuniram no Cubo Networking, em São Paulo, representantes do varejo e da indústria de alimentos para apresentar o Selo Está no DNA.

O selo, inovador no mercado nacional, tem a proposta de ser uma ferramenta para o combate à fraude por troca de espécies e aliada de todos os players da cadeia de alimentos. Para isso, o método empregado é a tecnologia de testes de DNA.

O debate de lançamento do selo, cujo tema era “Geração de valor em produtos alimentícios: como atender às exigências do novo consumidor”, foi mediado pela diretora de novos negócios da Myleus, Mariana Bertelli. Cada painel contou com a participação de representantes de grandes marcas do varejo e da indústria.

O primeiro painel contou com Meg Felippe, gerente de marcas exclusivas do Grupo Pão de Açúcar e membro do Compesca e Roberto Veiga, diretor da Damm. Meg falou sobre o desafio de ter um consumidor educado a respeito da fraude, e como pode ser delicada a abertura desse tema junto ao consumidor para o próprio varejo. Segundo ela, o varejo tem o objetivo de entregar um produto de qualidade para o consumidor, e para isso a certificação é uma ferramenta aliada, uma vez que a responsabilidade de procedência do produto – embora seja compartilhada entre varejo e o fornecedor – recaia mais sobre o varejo.

Veiga ressaltou o teste de DNA como uma ferramenta adequada, que pode “trazer a luz ao problema”, uma vez que é objetiva e precisa na análise, podendo ser decisiva na hora da escolha de um fornecedor. Segundo ele, um selo pode auxiliar a indústria no sentido de fazer o consumidor compreender melhor os processos de produção e a diferenciação do preço final do produto, de forma a sair da lógica “precinho, preção” e valorizar a qualidade.

O segundo painel contou com Mariana Almeida Prado, da Associação Brasileira dos Criadores de Búfalo (ABCB) e Carlos Crepaldi, gerente de qualidade e responsável técnico do St. Marché, Eataly e Empório Santa Maria. Mariana contou sobre o processo que levou à criação do Selo “100% Búfalo”, da ABCB, e explicou, que, por ser um produto sazonal e de origem escassa no Brasil devido ao clima, o leite de búfala é um produto muito fraudado. Assim, ela enxerga o selo como uma oportunidade de conscientizar o consumidor e ter um produto diferenciado no mercado. Carlos falou sobre o desafio de gerenciar marcas de alto padrão de qualidade e sobre como selos de qualidade e certificações já são comuns em outros países, podendo ser de grande valor no Brasil também.

No último painel, Marcela Drummond, presidente da Myleus, e Fernando Lopes, diretor do Instituto Totum, apresentaram o Selo Está no DNA, que foi lançado no evento. Marcela apresentou alguns dados recentes de pesquisas realizadas pela Myleus que mais uma vez demonstram a ocorrência de fraudes em pescados, mussarela de búfala, drogas vegetais e condimentos. Lopes detalhou a aplicação do selo, uma ferramenta de garantia da procedência de produtos alimentícios de origem vegetal e animal, emitido após auditoria e testes de DNA. Além de garantir a qualidade dos produtos, ajudar na qualificação de fornecedores e combater a concorrência desleal, o selo tem a proposta de agregar mais valor às marcas, pois funciona como uma garantia de qualidade para o consumidor.

Veja a cobertura completa do evento no video abaixo:

Saiba mais sobre o Selo Está no DNA em: estanodna.com ou acesse a página do Facebook.

 

 

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